Sealbox
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Sem servidor · Sem conta · Sem telemetria · Verificável

Uma camada de privacidade
para qualquer texto.

Em mensagens, e-mails ou posts, você compõe um Sealbox num ambiente protegido, antes de tocar qualquer app de mensagem: um objeto lacrado que viaja por qualquer canal como texto cifrado. O canal por onde você envia só vê a caixa lacrada.

Em breve na App Store · 2026 Leia o modelo de segurança
Grátis para ler e verificar — para todos, sem conta
Escrever: US$ 299,99 fundador (duas primeiras semanas) · depois US$ 449,99 · compra única
Conteúdo, não canal
O canal protege a rota. O Sealbox protege o conteúdo — inclusive em repouso, no aparelho, onde o canal termina.

Mensageiros criptografados protegem mensagens no caminho entre aparelhos. Mas a vida do conteúdo não acaba no trânsito — ele fica no endpoint, onde a proteção do mensageiro para. O Sealbox lacra o texto em si, antes de qualquer canal tocá-lo, e o mantém lacrado em repouso atrás da sua biometria. Ele se soma a qualquer canal; nenhum canal se soma a ele. A pergunta "posso confiar minhas palavras a este app?" deixa de importar — o transporte nunca as segurou em claro. A garantia é intrínseca: como o texto sai do Sealbox já lacrado, ela não depende dos apps por onde você envia. É o que chamamos de soberania do texto: a proteção pertence ao próprio texto, aonde quer que ele vá.

Escopo honesto: canais geram metadados (quem, quando, quanto) — isso é domínio da rota, e nenhuma camada de conteúdo pode esconder. O Sealbox lacra o que está dentro. Os limites estão detalhados abaixo, não escondidos.

Como funciona

Abra. Escreva. Envie lacrado.

Cifrar aqui não é um ajuste que você esquece — é um ato que você pratica. Você abre o Sealbox com objetivo claro de proteger um conteúdo sensível, e o que sai é um Sealbox: um objeto lacrado que existe por si, não uma propriedade de algum canal.

1

Abra o Sealbox e escreva no compositor dele — sem teclado de terceiros, sem ditado, nada vaza antes de lacrar.

2

Escolha o contato. Face ID. Você gerou um Sealbox — cifrado e assinado.

3

Compartilhe com qualquer app — WhatsApp, e-mail, um post. O canal só carrega texto cifrado.

4

Para ler um, selecione o bloco recebido → Compartilhar → Sealbox. Responda ali mesmo — a chave já está definida.

Do que ele é feito

Duas necessidades. O restante é consequência.

O Sealbox não é um amontoado de recursos. Há duas coisas que você de fato precisa — e o restante só existe porque essas duas exigem.

1:1 + Chaves pessoais escrever e guardar Rascunhos 1:1 estendido a mais de uma pessoa Chaves compartilhadas
Core

1:1 — falar com uma pessoa, em privado

Sele um texto para exatamente uma pessoa e envie por qualquer canal: mensagem, e-mail, um post. Só ela abre. É o core.

Core

Chaves pessoais — uma tranca a mais para o que é só seu

Há texto sem destinatário: senhas, códigos, registros privados. Uma chave pessoal — separada, que só você tem — põe uma camada extra de proteção sobre o que você guarda nos rascunhos, aberta direto no app. Não é para cifrar e manter em outro app gerando atrito na leitura; é para guardar aqui, com uma tranca mais forte.

As duas precisam de um lugar seguro para escrever e guardar o texto — e nenhuma pode morar num teclado de terceiros ou num app de notas, que é exatamente onde o texto vaza. Por isso:

Porque as duas acima precisam

Rascunhos — o lugar seguro de escrever e guardar

No compositor do próprio Sealbox você escreve o que vai enviar selado e guarda o conteúdo que as suas chaves pessoais protegem — cifrado em repouso, atrás da sua biometria. Chamamos de rascunhos, não notas, de propósito: o Sealbox não é um app de notas. Um rascunho é texto a caminho de algum lugar, ou texto que você mantém selado de propósito — ambos precisam de um local seguro, nunca solto sem proteção.

E o 1:1 alcança uma pessoa. Quando o mesmo conteúdo precisa chegar a mais:

Porque o 1:1 precisa chegar a mais de um

Chaves compartilhadas — o 1:1, estendido

Entregue uma chave a quem você confia; todos que a têm leem o mesmo conteúdo selado — e quem desbloqueou a escrita escreve nela. Sem grupo gerenciado, sem admin, sem servidor escolhendo membros — só uma chave, e a regra de todo segredo: confie em quem você compartilha.

E duas funcionalidades atravessam todas as de cima:

Atravessa tudo · sem servidor

Rotação & sincronização — suas chaves, no seu ritmo

Troque suas chaves de operação quando quiser; a versão nova se espalha sozinha, dentro das suas próximas mensagens — sem servidor. E o tempo da chave antiga é seu: ela some sozinha em ~30 dias, ou, antes disso, você aperta Excluir agora e tranca o passado na hora.

Atravessa tudo · em repouso

Selado mesmo em repouso — em todo o app

Mensagens e rascunhos: tudo fica selado atrás da sua biometria viva. Num aparelho perdido, mesmo já desbloqueado uma vez (AFU), não há o que extrair.

Onde o texto fica

O seu texto não só viaja — ele permanece.

Toda mensagem termina em algum lugar e fica ali: no aparelho, nos bancos de dados dos apps, nos backups, em cada cópia pelo caminho. É no aparelho que o texto passa a maior parte da vida — e onde está mais exposto.

Um celular perdido ou roubado que já foi desbloqueado ao menos uma vez (o estado "After First Unlock") entrega o conteúdo da maioria dos apps a ferramentas de extração de dados (como Cellebrite ou GrayKey) mesmo com a tela travada — a trava não re-lacra o dado por baixo, e a proteção do canal há muito acabou. O texto está ali, em claro, esperando.

O Sealbox, em vez de confiar num canal, lacra o próprio texto e prende a chave à sua biometria viva — sem fallback de senha, e sem manter o conteúdo acessível em segundo plano como faz quem recebe notificações. No aparelho — mesmo perdido, mesmo em AFU — não há o que extrair. Cifrar o conteúdo (não o canal), o portão biométrico, o serverless, o não-receber-nada-em-background: tudo existe para tornar isso verdade.

E vale para o app inteiro — inclusive os seus rascunhos, que ficam selados em repouso atrás da sua biometria. É o que os torna mais seguros que qualquer app de notas: mesmo os mais conhecidos não protegem o conteúdo assim por padrão; os raros que chegam perto são a exceção. É por isso que os rascunhos existem: para entregar a segurança que o seu texto precisa — não para competir com apps de notas.

Recursos, a fundo

O que ele faz — e como, exatamente.

Sem limite de caracteres nesse ponto, ao contrário de uma página de loja. Esta é a parte que vale ler antes de confiar suas palavras a qualquer coisa.

Três modos criptográficos — todos HPKE, todos assinados

Escolha o trade-off; troque quando quiser sem perder contatos

Sua identidade é um pacote de seis chaves públicas — três KEMs de cifra, duas chaves de assinatura por modo, e uma identidade-raiz composite que certifica as demais — gerado automaticamente quando você começa. Toda mensagem é cifrada e assinada (encrypt-then-sign, amarrada ao destinatário): seu contato sabe que veio de você e era para ele.

QUANTUM · PADRÃO

Pós-quântico ponta a ponta

HPKE com X-Wing (híbrido X25519 + ML-KEM-768) + assinaturas ML-DSA-65 (FIPS 204). Confidencialidade e autenticidade resistem a ataques quânticos futuros — proteção contra "colher agora, decifrar depois". Payload maior (~6k caracteres; cabe em mensageiros, e-mail, pastebins — não em SMS).

CLÁSSICO

Chave protegida por hardware

HPKE com P-256 vivendo dentro do Secure Enclave + assinaturas Ed25519. A chave de decifra nunca chega à memória do app — o chip faz o trabalho. Payload compacto (cabe em SMS, posts curtos).

COMPACTO

Sem dependência do NIST

HPKE com Curve25519 + ChaCha20-Poly1305 + Ed25519 — a stack moderna em que WireGuard e age confiam. Payload compacto, premissas mínimas.

Identidade & pareamento

Sem chaveiro PGP. QR presencial, ou remoto com confiança honesta.

Troque chaves presencialmente com um QR animado (o pacote de chaves tem ~8,7 KB — grande demais para um código só, então roda em quadros), ou compartilhe remotamente por qualquer canal. Sem servidores de chave, sem arquivos .asc, sem cerimônias de assinatura de chave.

Confiança no primeiro uso, com verificação. Um contato remoto funciona na hora, visivelmente marcado como "não verificado". Você compara um código de segurança de 13 palavras — derivado das identidades-raiz das duas partes — quando for conveniente, e o marcador vira. A rotação de chave de rotina é certificada pela identidade-raiz e nunca dispara alarme falso; só uma mudança real de identidade dispara.

Rascunhos

Onde o texto nasce — e fica protegido

Você escreve no compositor do próprio Sealbox: o texto em claro nasce ali — sem teclado de terceiros (que pediria Acesso Total), com ditado bloqueado e previsões e aprendizado de teclado desligados. O que você guarda persiste selado, e um rascunho pode ganhar a camada extra de uma chave pessoal quando você quiser. Nada sai dali até você lacrar.

Chaves pessoais

Uma tranca a mais — dentro dos rascunhos, no aparelho

Crie quantas chaves pessoais nomeadas quiser — cada uma é uma camada extra de proteção para o que você guarda nos rascunhos, com uma chave que só você tem (sem destinatário; a própria chave autentica). Criptografia autenticada committing, sem KEM e sem assinatura. Cada chave é recuperável (viaja no seu backup, migra para um novo telefone) ou presa ao aparelho (nunca sai; escolha irreversível). Apagar uma chave é crypto-shredding: tudo que ela já lacrou fica permanentemente ilegível, sem limpeza necessária.

Chaves compartilhadas (A8)

O 1:1, estendido — uma chave para compartilhar

Uma chave simétrica que você entrega pelo próprio canal 1:1 (dentro de uma SBX1 assinada, então o destinatário sabe de quem veio): quem a tem lê o mesmo conteúdo selado — e escreve, se desbloqueou a escrita. Não é um grupo gerenciado — sem admin, sem "remover", sem revogação. Quem tem a chave pode usá-la e repassá-la, então a regra é a de qualquer segredo: confie em quem você compartilha. Quer um conjunto diferente de leitores? Crie outra chave.

Backup & recuperação

Seu iCloud nunca vê o texto em claro. Uma frase de 24 palavras é a única chave.

O backup vem desligado por padrão. Quando você liga, o Sealbox cifra o pacote ponta a ponta antes de tocar o seu iCloud — a Apple guarda bytes opacos. A frase de recuperação BIP-39 (24 palavras, 256 bits) é o único segredo que o reabre num novo aparelho; deliberadamente não há senha humana, porque uma senha adivinhável reabriria a porta de força-bruta offline que a frase fecha. Se o iCloud estiver indisponível, o app avisa e oferece exportação manual — nunca falha em silêncio.

Rotação & sincronização · sem servidor

Você é dono das chaves — de quando trocá-las a quando apagá-las

Rotacionar suas chaves de operação é um recomeço, caso uma tenha sido exposta: dá post-compromise security — do ponto da troca em diante, tudo volta a ser seguro (a "cura"). A chave nova chega aos contatos sozinha, dentro das suas próximas mensagens — sem servidor. Se nunca houver motivo para rotacionar, não há o que administrar — gere uma vez e siga.

É o preço do serverless: sem servidor, nada empurra a atualização por você. Em troca de não depender da confiança em servidor nenhum, a distribuição viaja nas suas mensagens e a hora de rotacionar é decisão sua — responsabilidade que, num app com servidor, seria dele.

Avançado (risco elevado): rotacionar só compensa quando há motivo — suspeita de exposição, ou higiene periódica num modelo de ameaça severo. Sem ameaça a recuperar, chaves de vida longa são perfeitamente válidas; rotacionar à toa não agrega. O que tranca o passado é apagar a chave antiga (forward secrecy daquela época). Por padrão ela vive ~30 dias — a janela para os contatos te alcançarem pelas suas próximas mensagens — e some sozinha. Mas o tempo é seu: Excluir agora apaga na hora. O app lista quem ainda está na chave velha e avisa sem rodeios — o que esses contatos cifrarem a ela fica ilegível até você atualizá-los; mande uma mensagem a cada um, ela já carrega a sua chave nova. Os ~30 dias são teto (nem um atacante adia o apagamento — é o que garante a FS por época), nunca uma espera imposta a você.

O Sealbox não promete forward secrecy por-mensagem — isso exige sessão contínua com servidor; aqui a FS é por época, ao apagar a chave antiga.

Proteção no aparelho

Lacrado mesmo em repouso — portão biométrico sem fallback de senha

As chaves de decifra ficam atrás de biometryCurrentSet — só a sua biometria atual as libera, imposto pelo próprio Secure Enclave. Deliberadamente não há fallback de senha: uma senha pode ser observada, adivinhada ou coagida de formas que a biometria viva não pode. A chave do modo Clássico vive dentro do Enclave; o seu grafo de contatos (nomes, estado de confiança) é cifrado sob uma chave de metadados biométrica; e o app mantém zero logs históricos. Recuperação quando a biometria falha permanentemente: restaure do backup com a sua frase.

O mapa completo

Um poder para cada fase da vida do texto.

Lida como um sistema só: cada capacidade desta página existe para governar onde o texto em claro pode existir — do momento em que nasce ao momento em que morre. E tudo isso está no app no primeiro dia.

Nascimento

O texto nasce no compositor do próprio Sealbox — sem teclado de terceiros, ditado interrompido, previsões desligadas. Nada existe antes do lacre que já não esteja protegido.

Premissas

Três modos criptográficos — pós-quântico por padrão, Clássico no chip, Compacto de premissas mínimas. Troque quando quiser sem perder contatos.

Destino

Uma pessoa (1:1), várias (chave compartilhada), só você (chave pessoal), ou nenhum ainda (rascunho). Toda audiência que um texto pode ter, coberta.

Confiança

Pareamento por QR animado presencial, ou remoto com confiança honesta no primeiro uso; 13 palavras verificam a identidade. Rotação de rotina nunca dispara alarme falso.

Transporte

Qualquer canal — mensageiro, e-mail, um post, SMS. O canal só carrega texto cifrado; a extensão, só de leitura, abre o que você recebe.

Repouso

Selado atrás da sua biometria viva, resistente à extração em After First Unlock. Backup opcional, cifrado ponta a ponta, reaberto só pela frase de 24 palavras.

Tempo e morte

Rotacione no seu ritmo; Excluir agora tranca o passado na hora; apagar uma chave pessoal é crypto-shredding. O compositor é efêmero por padrão — o que você não guarda, não fica.

Fundação

Sem servidor — observável na rede. Threat model público que nomeia os próprios limites. Núcleo criptográfico publicado no lançamento, para ler e compilar.

Modelo de ameaças, público

O que protege — e o que não protege.

Preferimos que você entenda a ferramenta a vender uma promessa que ninguém pode cumprir. Esta mesma página vai dentro do app.

Protege

  • O conteúdo do seu texto — em trânsito por qualquer canal, e em repouso no aparelho, atrás da sua biometria.
  • Quem escreveu — toda mensagem é assinada e amarrada ao destinatário; adulteração ou redirecionamento falha na verificação.
  • Contra computadores quânticos futuros — confidencialidade e autenticidade, no modo Quantum (o padrão).
  • Extração do aparelho — as chaves só se liberam para a sua biometria viva, atualmente cadastrada; uma senha não basta, e mudar a biometria cadastrada invalida as chaves. A diferença que importa: a trava de tela de um app — o Face ID pra abrir — por si só não fecha o After First Unlock; a chave que decifra o conteúdo dele segue acessível, e as ferramentas de extração de dados (Cellebrite, GrayKey) leem o dado por baixo, sem passar pela trava. O Sealbox tranca a própria chave: sem a sua biometria viva, não há o que decifrar.

Não protege

  • Metadados. Com quem você fala, quando, com que frequência, e que você usa criptografia — o canal gera isso; nenhuma camada de conteúdo pode esconder.
  • Um aparelho comprometido, desbloqueado e em uso ativo. Malware que lê a sua tela enquanto você lê está além de qualquer app de criptografia — para todos.
  • Segredos coagidos. Se alguém pode forçar a sua biometria com o aparelho em mãos, ou coagir a sua frase de recuperação de 24 palavras, essa pessoa tem as chaves. O conteúdo crypto-shredded, porém, continua perdido.
  • Uma verificação pulada. Parear remotamente e nunca comparar o código de segurança deixa um man-in-the-middle de primeiro contato possível — o selo "não verificado" fica visível até você verificar, e o primeiro envio a esse contato exige uma confirmação explícita, de olhos abertos.
  • Texto que você cola de outro app. Qualquer teclado que você usou lá o viu primeiro — além do alcance de qualquer app de criptografia. Compor dentro do Sealbox agora é o padrão e fecha esse caminho: teclados de terceiros são bloqueados, o ditado é detectado e interrompido, aprendizado de teclado e previsões ficam desligados. Colar texto pré-existente é uma escolha explícita sobre a qual você é avisado.
Como você sabe que é sólido

Não acredite. Verifique.

Padrões antes de invenção. Onde IETF, NIST ou Apple definem uma construção formalmente analisada, o Sealbox a adota verbatim: HPKE (RFC 9180, CryptoKit nativo) em três ciphersuites; X-Wing (prova IND-CCA revisada por pares, IACR CiC 2024); ML-DSA-65 (FIPS 204, formalmente verificado pela Apple); Ed25519 (RFC 8032). A stack honesta: primitivas via Apple CryptoKit + Argon2id via libsodium (a implementação mais auditada, só para o KDF de backup) + três implementações próprias auditáveis — o composite Ed25519+ML-DSA-65 (draft IETF), BIP-39, e um serializador canônico. Zero primitivas próprias.

Verifique você mesmo a ausência de servidor. O Sealbox não tem backend — então a ausência de tráfego é observável. Observe o app com os relatórios de privacidade do iOS ou um proxy: operações criptográficas não fazem requisição de rede alguma. O único tráfego é o app que você escolheu como transporte, carregando texto cifrado. Esta página pratica o mesmo: sem scripts, sem fontes buscadas, sem analytics, sem cookies — abra o inspetor de rede do seu navegador agora mesmo.

Não quer confiar nem no nosso código? Use o chip. No modo Clássico a chave de decifra vive dentro do Secure Enclave e nunca chega à memória do app — a mecânica roda no silício da Apple cujo cofre de chaves carrega certificações FIPS 140-2/3 e Common Criteria, um bounty milionário, e uma década da indústria de extração de dados atacando. Você confia na Apple — já confia, está segurando um iPhone — e lê o resto: a nossa parte em volta do chip está publicada.

O que publicamos. No lançamento o núcleo criptográfico é publicado source-available — leia, compile, verifique a cifragem você mesmo, não só aceite a nossa palavra. Junto dele, o design completo: white paper, este modelo de ameaças, e as notas de design abaixo. Núcleo + white paper — no lançamento

Cadê a auditoria independente? Não há — e o modelo de confiança não se apoia numa. Auditar o quê, é a pergunta. O Sealbox tem zero primitivas próprias: cifra e assinaturas são o CryptoKit da Apple (com o ML-DSA formalmente verificado pela própria Apple) e o libsodium, a biblioteca de criptografia mais auditada que existe — primitiva não fica mais revisada do que isso. A custódia das chaves ancora no Secure Enclave: silício com certificações FIPS 140-2/3 e Common Criteria, e uma década dos atacantes mais bem financiados do planeta sem nenhuma extração pública de chave para mostrar. O que sobra — a nossa montagem dessas partes — é exatamente o que está publicado para você avaliar. É o padrão de confiança que o mundo das cold wallets normalizou para custodiar fortunas: o segredo ancorado em silício certificado e o código em volta aberto à avaliação — não a promessa de um fornecedor. Uma auditoria de terceiros sobre o núcleo publicado seria conforto adicional, não a fundação; se uma for publicada um dia, o preço de tabela sobe. O que você compra hoje não espera por ela.

Notas de design

Por que é construído assim.

Você compõe no app, não num teclado

A escrita acontece no compositor do próprio Sealbox; a extensão só lê. Um teclado próprio precisaria de Acesso Total — vendo tudo o que você digita, em todo lugar — e o Sealbox nunca pede isso.

Compra única, não assinatura

Ler é grátis para todos; escrever é uma compra só. Não há servidor, então uma cobrança recorrente seria cobrar aluguel por nada — você compra a ferramenta, você é dono da ferramenta. E sem servidor não há custo rodando depois da venda: o que a compra financia é a própria ferramenta acompanhando o iOS.

Portão biométrico, sem fallback de senha

Uma senha pode ser espiada por cima do ombro, quebrada por força-bruta em hardware antigo, ou coagida em silêncio. Biometria viva imposta dentro do Secure Enclave não pode. O fallback é a sua frase de recuperação — não uma tranca mais fraca.

Chaves em software por padrão, hardware opcional

Chaves do Secure Enclave não migram para o seu próximo iPhone. O padrão favorece a migração segura; a opção avançada prende as chaves ao chip para quem quer exatamente isso.

Identidade composite Ed25519 + ML-DSA-65

A autenticidade ganha o mesmo tratamento pós-quântico que a confidencialidade. Forjar a sua identidade exige quebrar os dois algoritmos, não um.

Sem OpenPGP

Deliberado. O PGP traz servidores de chave, cerimônias de confiança, e formatos de pacote dos anos 1990. O Sealbox é uma ruptura limpa — mais simples de usar e de auditar.

Casos de uso

Do cotidiano ao limite.

Preço

Ler é grátis. Escrever é a compra.

US$ 449,99 compra única · desbloqueia a escrita

Preço fundador US$ 299,99 nas duas primeiras semanas de lançamento — o preço só sobe daqui.

O app é grátis: receber, abrir, verificar, parear — quem recebe o que você escreve te lê sem pagar nada, sem conta. Uma compra desbloqueia a escrita, porque selar é o ato que define a ferramenta — é a única coisa que custa. Produzir soberania custa; consumir é livre — e é exatamente isso que deixa o seu círculo inteiro te ler e verificar sem que mais ninguém compre nada. Sem assinatura. Para as pessoas para quem isto é feito — jornalistas, advogados, qualquer um que leve a sério quem lê o quê — o preço é medido contra um único vazamento evitado, não contra apps grátis que te monetizam. No lançamento o núcleo criptográfico é publicado para você ler, compilar e verificar — o preço compra um produto que você não precisa aceitar na fé. Tudo o que esta página descreve está no app no primeiro dia — nada aqui é "em breve". O preço de tabela só sobe se uma auditoria independente desse núcleo um dia for publicada; comprar antes significa ser dono do produto auditado da mesma compra.

Avise-me no lançamento

Sem formulário, sem lista, sem rastreador — é só e-mail. Se o botão não abrir o seu app de e-mail, escreva para support@sealbox.io com o assunto "Avise-me".

Em breve na App Store · 2026 · iOS 26+

FAQ

As últimas dúvidas.

Meu app de mensagens já não criptografa?

Em trânsito, sim — e isso vale a pena. Mas a proteção do canal termina onde o conteúdo vive: no aparelho, nos bancos de dados dos apps, nos backups, em cada cópia pelo caminho. O Sealbox lacra o texto em si, então o canal nunca o segura em claro — em trânsito ou em repouso. Camada diferente, função diferente; elas se somam.

Por que ler é grátis — e escrever custa US$ 449,99?

Ler é grátis porque um texto lacrado só vale a pena se o outro lado puder abrir e verificar: seu contato baixa o Sealbox, pareia, verifica você e lê — sem pagar nada, sem criar conta. Escrever é o ato que define a ferramenta, e a única compra que financia tudo — sem anúncios, sem colheita de dados, sem investidores para satisfazer; um preço honesto, uma vez, custeia a manutenção por anos. Ela recai sobre quem inicia — o lado que carrega o dever de sigilo — e, para esse lado, o preço é medido contra um único vazamento evitado. Se um vazamento de fato te custaria caro, US$ 449,99 não é a opção cara.

E se eu perder meu telefone?

Duas camadas. Quem acha o telefone não leva nada: as chaves só se liberam para a sua biometria viva — uma senha numérica não as abre. E você não perde nada, se o backup estiver ligado: restaure no novo aparelho com a sua frase de recuperação de 24 palavras, e a sua identidade, contatos e chaves pessoais recuperáveis voltam. Seus contatos não veem nenhum alerta — a sua identidade é a mesma.

É auditado?

Não — e não vamos fingir o contrário, nem te vender a promessa de uma. Mas pergunte o que uma auditoria cobriria: o Sealbox tem zero primitivas próprias — cifra e assinaturas são o CryptoKit da Apple e o libsodium, as implementações mais auditadas que existem — e a custódia das chaves ancora no Secure Enclave, certificado (FIPS 140-2/3, Common Criteria) e atacado publicamente há uma década sem uma chave extraída. O que sobra, a nossa montagem, está publicado para você ler e compilar. É o padrão de confiança que as cold wallets normalizaram: silício certificado mais código aberto, não promessas de fornecedor. Observe a rede, leia o núcleo, ou use o modo Clássico, em que a chave nunca sai do chip. Se uma auditoria independente do núcleo um dia for publicada, o preço de tabela sobe; o que você compra hoje é completo sem ela.

Só iPhone?

Sim — iOS 26+ no lançamento. Ir fundo numa plataforma (Secure Enclave, CryptoKit, a folha de compartilhamento) é o que torna as propriedades de segurança reais, em vez de mínimo-denominador-comum. Outras plataformas só acontecem se mantiverem as mesmas garantias.

O que o Sealbox coleta sobre mim?

Nada. Sem conta, sem analytics, sem relatores de falha enviando conteúdo, sem telemetria de espécie alguma. Não há servidor para onde mandar nada. Este site mantém a mesma disciplina: sem cookies, sem scripts, sem requisições externas.